sábado, 30 de abril de 2011

CPM ILHÉUS REALIZA SOLENIDADE DE ENTREGA DA BOINA AZUL A NOVOS ALUNOS.

Nesta sexta, 29, o Colégio da Polícia Militar de Ilhéus realizou a solenidade de entrega da "Boina Azul" aos novos alunos matriculados e a troca de galões e divisas dos alunos promovidos.  A cerimônia foi no Batalhão da Polícia Militar de Ilhéus e contou com a presença de pais, diretores, professores e de diversas autoridades locais e regionais.

 




CORRIDA TIRADENTES - NOVA DATA

Em virtude das chuvas do último dia 20, a I Corrida Tiradentes foi transferida para 15 de maio (Domingo).  Escolas e corredores avulsos  interessados em participar da prova ainda poderão fazer suas inscrições na Seção de Educação Física (SEFIS) do Colégio da Polícia Militar de Ilhéus até sexta-feira (06/05/2011).

E AGORA ALELUIA!

Aninha Zortea, a justiceira:
  

É editado pela menininha da foto acima.  Aninha Zortea tem apenas 10 anos e o pai estava entre os passageiros do vôo 447 da Air France, que caiu no mar em 2009.

Leia o que Aninha escreveu no Blog do Azenha (Vi o mundo), numa resposta à carta preconceituosa do ex-deputado   baiano José Carlos Aleluia.



 Para conhecer os 425 comentários que a postagem de Aninha recebeu acesse o link abaixo:


sexta-feira, 29 de abril de 2011

ESPAÇO DO LEITOR – COMENTÁRIO QUE MERECEU IR PARA O FRONT DO BLOG.

"Há coisas que precisamos ficar atentos ao que está a acontecer na Bahia. Há aqueles que querem o desenvolvimento sustentável, há aqueles que tentam impedir por razões políticas e há aqueles que, o quanto pior, melhor."

 LEIA MAIS EM   O SARRAFO

RIQUEZAS DA AMAZÔNIA AZUL

Este artigo traz interessantes informações a respeito da nossa Zona Exclusiva Econômica (ZEE)  -, hoje denominada "Amazônia Azul".  Aproveito para destacar a importância de nossa soberania sobre ilhas oceânicas, em especial, Trindade.  Com a posse territorial de Trindade, as 12 milhas do Mar Territorial Brasileiro começam a ser medidas a partir da ilha, seguindo-se mais 200 milhas da ZEE, mar adentro, na direção do Continente Africano.

O artigo a seguir mostra a importância da participação da nossa Marinha nesse processo de mapeamento e exploração dos nossos recursos naturais no mar.  Com essa finalidade, a Marinha do Brasil abriga a SECIRM  -  Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar.
 
Leia o artigo escrito por "Brasil Econômico".

"Brasil se lança ao mar para explorar recursos minerais

Pré-sal atrai interesse internacional pela costa brasileira e país corre com R$ 150 mi para fincar bandeira sobre riquezas submarinas

Entre o Brasil e a África existe mais do que um oceano. Há potássio, ouro e diamante, entre outros minerais valiosos que exigem empenho tecnológico e conhecimento técnico para saber aproveitá-los. As riquezas submarinas da costa brasileira recebem, agora, os holofotes do cenário internacional após a descoberta do pré-sal, onde a Petrobras se prepara para extrair petróleo a uma profundidade de até 7mil metros.
"A consciência de que temos muitos recursos minerais no mar ganhou bastante visibilidade com o pré-sal. Está mais do que na hora de o Brasil dar ênfase a essa questão estratégica que é conhecer melhor a plataforma continental e a área internacional marítima", observa Thales de Queiroz Sampaio, da Secretaria de Geologia e Mineração do Ministério de Minas e Energia (MME).
Sampaio coordena o Programa de Avaliação da Potencialidade Mineral da Plataforma Continental (Remplac), que reserva R$ 150 milhões para aproximar Estado e universidades em torno do tema mineração submarina. "Vamos investir muito mais dinheiro nos próximos 20 anos do que podemos imaginar hoje", indica.
O aporte será para identificar a viabilidade econômica e traçar as linhas dos desafios técnicos de exploração, por exemplo, areia e cascalho para a indústria de construção civil — recursos encontrados em larga escala a uma profundidade média de 30 metros entre o Espírito Santo e o Maranhão. Já outros minerais mais valiosos como o diamante existente na costa baiana demandarão expertise tecnológica mais apurada, visto que estão a um quilômetro sob o nível do mar — área dominada pela Petrobras que pode ceder tecnologia.
O mesmo vale para o zircônio encontrado no litoral sul da Bahia — insumo caro e bastante empregado no revestimento de reatores nucleares. A ilmenita usada na construção de partes de aviões e naves espaciais também recebe atenção. Assim como, o calcário usado pelo setor químico e farmacêutico. Além do potássio que fabricantes de fertilizantes precisam importar para atender a demanda crescente de um país voltado para o agronegócio.
Os recursos estão em uma região com 4,5 milhões km², distribuída ao longo de 370 km da costa mar adentro — a chamada Zona Econômica Exclusiva (ZEE), ou Amazônia Azul. Parte do potencial submarino já foi mapeado pela Marinha, que equipou um navio para a missão com repasse de R$ 10 milhões cedidos pela Finep.
A embarcação recebeu um multifeixe, aparelho que faz o mapeamento do solo marinho (batimetria), identificando o que há no fundo do mar. "Existem recursos em solo marinhos além das 200 milhas náuticas (370 quilômetros da costa e estamos desenvolvendo atividades para essa área", adianta Carlos Roberto Leire, da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm) — órgão encabeçado pelo MME e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) que conta com a participação de 18 universidades federais e estais.
Instituto do mar
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) é uma das parceiras que se prepara para começar as obras de um centro de pesquisa voltada para o oceano, o Núcleo de Estudos Avançados do Mar, em São Vicente (SP).
O local será formado prédio e galpões nos quais pesquisadores em nível de mestrado e doutorado deverão produzir conteúdo, entre outros temas, sobre geologia marinha. "O objetivo é ter uma forte formação de recursos humanos para difusão de conhecimento técnico", diz a pró-reitora de pesquisa, Maria José Giannini.
O instituto terá parcerias com empresas para aproveitar profissionais e pesquisas. "Queremos uma forte interlocução com a iniciativa privada."
O centro recebe R$ 25 milhões do MCT para equipamentos. Outro aporte de até R$ 7 milhões será aplicado até 2012 pela Unesp na construção do complexo de 10 mil m².
"A ocupação de áreas fora dos domínios brasileiros, a Amazônia Azul, é prioridade para a Marinha. O temor é ter como vizinho, às portas do país, nações como China"
"Tecnologia é entrave, tanto que a Marinha alugou por US$ 560 mil uma embarcação para coletar material em uma cordilheira rica em zinco, cobre, ouro e prata na Região Sul. As amostras servirão de base para registrar como território brasileiro a montanha submarina a 1,4 mil km de profundidade"

Fonte: Brasil Econômico - SP

HARD ROCK - Led Zeppelin


HARD ROCK - Airbourne




quinta-feira, 28 de abril de 2011

EDITORIAL

Ontem, em alguns Blogs da região, li comentários contendo críticas de gente da "máfia verde" a Eva Chiavon, Secretária-Chefe da Casa Civil do Governo da Bahia. 

As críticas estavam direcionadas às declarações sobre a escolha da nova área para o Porto Sul, em Aritaguá e à citação de que "ambientalistas" paulistas estariam interferindo no referido projeto.  Foi o suficiente para provocar um rebuliço no cerne do "aparato" ilheense.

Por conhecer muito bem essa gente da "máfia", sei que é necessário contra-atacar de imediato.  Por essa razão, O Aríete está publicando opiniões abalizadas (vide postagens abaixo) que se contrapõem ao alarmismo disseminado pelo aparato "ambientalista-indigenista" mundial, do qual os anti-desenvolvimentistas e anti-patriotas de Ilhéus fazem parte.  

Todas as "teses" dos "capacetes-verdes"  -  pessoas a soldo e serviço de interesses exógenos e contrários ao desenvolvimento brasileiro  -  são desprovidas de fundamentação científica.  Não passam, portanto, de falácias. Note que algumas opiniões contrárias às "teses" dos "verdes" publicadas nas postagens abaixo são de cientistas.

O Aríete está, também preparando um artigo de lavra própria, no qual pretende retirar definitivamente a máscara dos "ambientalistas" que militam em Ilhéus e região.  Estes não devem ser confundidos com ecologistas ou preservacionistas.  Preservacionistas somos todos nós que estamos a favor da construção do Complexo Intermodal Porto Sul, com a adoção de medidas mitigadoras dos impactos e acompanhadas das compensações ambientais, econômicas e sociais.

O Aríete

OPINIÃO - Husc, no Blog Ambientalismo

Ambientalista X ecologista

Neste blog, de uma forma geral, preferi usar o termo “ambientalista” para melhor caracterizar o ecologista radical, aquele que acaba não contribuindo para a melhoria de vida das pessoas, pois age através de uma distorcida, exagerada e mal intencionada preocupação com o meio ambiente, motivada por elementos geopolíticos. Assim, prefiro reservar o termo “ecologista” para os verdadeiros e sinceros… ecologistas, que amam tanto o planeta e os bichos quanto o ser humano.

Diferenças entre os dois

O ambientalista prefere os bichos ao ser humano. Prefere a “mãe Gaia” à cultura humana. Já o ecologista baseia-se na Ciência e no bom senso ao determinar suas práticas, ao contrário do ambientalista, que utiliza o “consenso” – que não tem nada de científico, mas de político – para determinar suas ações, muitas vezes de caráter estritamente terrorista.
O ecologista cuida do meio ambiente, preservando a Natureza da melhor manira possível, mas de forma a privilegiar – sempre – o ser humano e o seu desenvolvimento social, ao mesmo tempo em que cria condições para que continue havendo um crescimento técnico-científico.
O ambientalista acaba fazendo com que a humanidade se mantenha numa estagnação técnico-científica, impossível de sustentar nos dias de hoje, o que causa mais danos do que benefícios ao ser humano. E agem sempre com o intuito de beneficiar pessoas e instituições que almejam um governo mundial único, o que é ainda pior, pois todo o movimento ambientalista internacional é pautado por interesses comerciais e de hegemonia mundial, com a intenção de controlar as reservas de recursos naturais do planeta.
Por isso sou contra o ambientalismo fundamentalista – não só pelo que mencionei acima – mas principalmente, pelas razões geopolíticas que estão por trás dele. A esmagadora maioria das instituições do planeta que se destina a lutar pela ecologia – as ONGs – por trás de nomes sugerindo objetivos aparentemente nobres, na verdade são organismos mantidos por governos estrangeiros cujo único objetivo não é o de, propriamente, preservar o planeta em si, mas as suas riquezas naturais que se situam, não só em seus próprios países de origem, mas, principalmente, em outros, mormente nos países do Terceiro Mundo.

As ONGs com sinistros intuitos

Essas ONGs infiltram-se nos países como o Brasil e, em nome da preservação ambiental e dos povos indígenas, lutam pela criação de cada vez um maior numero de reservas, e em tamanhos cada vez maiores, “reservando”, isso sim, no interior delas, as nossas principais jazidas minerais e outras riquezas, impedindo-nos de utilizá-las para nosso crescimento. Eles não estão nem aí para os índios, para a arara azul ou para o mico-leão-dourado. E isso se deve pelo fato de que aqueles países, representados por suas ONGs, em conluio com as nossas (que recebem dinheiro das estrangeiras), acham que nossas reservas pertencem a eles, para a manutenção de seu estilo de vida suntuoso e megalômano, e que nós, agora que podemos ter condições de nos desenvolver, não podemos mais fazer isso, pois, segundo eles, as reservas de recursos naturais do mundo não são suficientes para nosso desenvolvimento. Mas para sustentar o desenvolvimento deles, são suficientes… Quem se desenvolveu, se desenvolveu. Quem não se desenvolveu, que se dane. (...)

OPINIÃO - Dr. Vaclav Klaus

Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa

Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa
“Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”.

OPINIÃO - Dr. Harrison Schmitt

Dr. Harrison ‘Jack’ Schmitt, geólogo e ex-astronauta:

Dr. Harrison ‘Jack’ Schmitt, geólogo e ex-astronauta:
“É ridículo falar de ‘consenso’ em torno da idéia de que os humanos estão causando um ‘aquecimento global’ quando a experiência, os dados geológicos, a história e o atual esfriamento apontam no sentido oposto. ‘Consenso’ apenas quer dizer que não há um conhecimento definitivo. O susto com o aquecimento global está sendo usado como instrumento para o controle governamental da vida, da renda e da tomada de decisões dos cidadãos americanos”.

OPINIÃO - Patrick Moore (um dos fundadrores do Greenpeace)

Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.

Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.
" A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a "lingua verde" de um jeito muito inteligente para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização que com ecologia ou ciência".

OPINIÃO - Prof. Philip Stott

Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:

Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:
“O aquecimento global foi manipulado para legitimar uma série de mitos que existiam previamente: anti-carro, anti-crescimento e por cima de tudo, anti o grande Satã que é os Estados Unidos”.

OPINIÃO - Prof. Frederick Singer

Prof. Frederick Singer, ex-diretor do serviço meteorológico satelital dos EUA e revisor do IPCC:

Prof. Frederick Singer, ex-diretor do serviço meteorológico satelital dos EUA e revisor do IPCC:
“O CO2 é claramente um gás industrial ligado ao crescimento econômico, ao transporte, ao carro, àquilo que nos chamamos de civilização. E há forças no movimento ecologista que são pura e simplesmente contra o crescimento econômico que eles consideram intrinsecamente mau.”

OPINIÃO - Prof. Robert Carter

Prof. Robert M. Carter, geólogo da Universidade James Cook, Queensland, Austrália:

Prof. Robert M. Carter, geólogo da Universidade James Cook, Queensland, Austrália:
“Há um problema com o aquecimento global: parou em 1998! “Desde o início dos ’90, jornais e revistas do mundo trazem rios de cartas e artigos alarmistas sobre uma hipotética mudança climática causada pelo homem. Esses artigos estão trufados de termos como “se”, “poderia”, “pode”, “provavelmente”, “tal vez”, “previsto”, “projetado”, “modelado”— e outros que pressupõem uma fantasia profunda, ou uma ignorância de fatos e princípios científicos vizinha do absurdo.
“O problema não é a mudança climática, mas o sofisticado “lavado de cérebro” que está sendo feito sobre o público, burocratas e políticos”.

OPINIÃO - Anderson Soares

Geólogo Anderson C.R. Soares:

Geólogo Anderson C.R. Soares:
"A política dos chamados ambientalistas, desconhecedoras da Geologia é, na verdade, uma política de suicídio coletivo. Geologicamente falando, as emissões de CO2 não constituem problema, mas uma solução para uma vida melhor aqui na Terra". 
"Aquecimento Global - Realidade e Fantasia"

OPINIÃO - Prof. John Christy

Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama:

Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama:
“Ouço dizer freqüentemente que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global e que o homem está em vias de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Eu, eu sou um cientista e penso como muitos outros que isso absolutamente não é verdadeiro”.

OPINIÃO - Evaristo Eduardo Miranda

Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:

Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:
“O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (...) outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

QUER SABER TUDO SOBRE O "AMBIENTALISMO-INDIGENISMO"?

LEIA: “Máfia Verde 2: Ambientalismo, Novo Colonialismo"
Mafia Verde 2 - Ambientalismo Novo Colonialismo [034935]


Sob o disfarce de uma causa nobre, o movimento ambientalista-indigenista internacional e seu exército de organizações não-governamentais (ONGs) representa hoje um dos maiores entraves ao progresso da humanidade.

Lançado em 2001, o livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial – em nona edição e com mais de 17.000 exemplares vendidos – se converteu em um importante fator de esclarecimento sobre a agenda real desse aparato de guerra irregular.

A presente seqüência atualiza os avanços da “máfia verde” no Brasil, visando aprofundar a conscientização da cidadania sobre a sua agenda anti-humana, antidesenvolvimentista e ditada do exterior, como uma nova forma de colonialismo.

Tópicos do livro:

· APRESENTAÇÃO
. O ambientalismo como um novo colonialismo
· Uma ideologia anticivilizatória e antinatural
· A “carta indigenista” contra o Estado nacional
· Raposa/Serra do Sol, rebelião em Roraima
· A “ponte” Cerrado-Amazônia e a integração sul-americana
· A indústria madeireira na alça de mira
· Energia: do facão ao “apagão”
· O assalto obscurantista contra a biotecnologia
· A indústria de camarões na rede ambientalista
· As ONGs no governo
· A farsa do desarmamento civil

Organizador editorial: Lorenzo Carrasco
Autores: Geraldo Lino, Lorenzo Carrasco, Nilder Costa, Silvia Palacios
Título: Máfia Verde 2: Ambientalismo, novo colonialismo; Capax Dei Editora, 272 páginas, R$ 43,00 (com o correio incluído)

Capax Dei Editora Ltda (CNPJ 02778649/0001-63), Rua México 31 sala 202 – Rio de Janeiro – RJ – 20031-144

OPINIÃO - ARMANDO SOARES


A MENTIRA AMBIENTALISTA DESMASCARADA

Armando Soares

Lomborg avaliando a ação ambientalista refuta a visão apocalíptica, chamada por ele de ladainha ambientalista, vaticinada durante anos por ecologistas radicais.  Julian Simon, da Universidade de Maryland afirmava que grande parte de nosso conhecimento tradicional sobre meio ambiente baseia-se simplesmente em preconceitos e estatísticas inadequadas, ou seja, usa-se a estatística para enganar jovens e pobres sem cultura, um crime da dimensão praticada pelos nazistas com o consentimento do povo alemão entorpecido pela propaganda subliminar, a mesma usada no Brasil pela mídia comprometida com os dólares dos países ricos.
Sobre as notícias catastróficas montadas pelo aparato ambientalista, Lomborg e sua equipe de trabalho chegaram à conclusão que o ar nos países desenvolvidos está ficando menos poluído, e não mais poluído; a fome nos países em desenvolvimento está diminuindo, e não aumentando, verdades que o governo brasileiro, o ministério público e a justiça brasileira deveriam reconhecer para que deixem de apoiar medidas que estão engessando a Amazônia.  Prova deste engessamento é o trabalho da EMBRAPA Monitoramento por Satélite intitulado "Alcance Territorial da Legislação Ambiental e Indigenista".

Esta onda ambientalista tira da região o que deveria ser o seu foco principal, o homem amazônida, ignorado, substituído pelo que convém aos interesses inconfessáveis de ONG's estrangeiras, organizações sem pátria, piratas a serviço de países bucaneiros, mas que têm mais valor no seio das instituições brasileiras do que o homem amazônida, considerado no concerto das nações ricas intruso que vem atrapalhando o engessamento econômico da região e a ação dos colonialistas modernos.   
De Benjamin Disraeli (1804-81): "Existem três tipos de mentiras: a mentira, a mentira deslavada e as estatísticas". As três vêm sendo usadas para justificar o processo criminoso do engessamento territorial e econômico da Amazônia.

The State of the World, livro publicado anualmente desde 1984 pelo Wolrdwatch Institute e seu líder, Lester Brown, informa Lomborg, vendeu mais de um milhão de exemplares. O livro apela para a ladainha da constante deterioração do meio ambiente. Uma visão moldada pelas imagens e mensagens que nos confrontamos diariamente na televisão, nos jornais, nas declarações políticas, nas conversas no trabalho, na mesa de almoço, nos colégios e universidades, razão porque a revista Time pode começar um artigo com uma declaração de que "todos sabem que o planeta encontra-se em péssimo estado."

As crianças são muito expostas à ladainha em razão da desinformação dos professores, cuja mente está controlada pela mídia e pela mentira. A ladainha, a mentira sobre o meio ambiente está bastante disseminada com as seguintes mentiras: o meio ambiente está em péssimo estado aqui na Terra; nossos recursos estão se esgotando, a população não para de crescer, deixando-nos com cada vez menos alimentos; o ar e a água estão se tornando mais poluídos; as espécies do planeta estão entrando em extinção; as florestas estão desaparecendo, a safra de peixes está em colapso e os recifes de coral estão morrendo; estamos poluindo nossa Terra, o solo fértil está desaparecendo, estamos destruindo a natureza e as regiões intocadas, dizimando a biosfera e, nesse ritmo, acabaremos nos destruindo; o ecossistema mundial está sendo destruído; estamos nos aproximando do colapso total e não podemos manter o crescimento.

Do que se conclui que o homem é um elemento nocivo e tem de ser erradicado da Terra, inclusive os idiotas dos ambientalistas fisiológicos, vagabundos que vivem à custa da mentira e dos dólares, pouco se importando com o que é bom para os brasileiros e a soberania brasileira, negociada vergonhosamente pelos políticos sem pátria.



Armando Soares
Profissão: Economista e coordenador de Meio Ambiente da Faepa
E-mail: teixeira.soares@uol.com.br

OLHA O PRAZO!

LEANDRO - DIÁRIO DE GUARULHOS


leandro94

terça-feira, 26 de abril de 2011

MOTHER - LENNON

A biografia do autor (John Lennon) explica a letra dessa música. Um menino praticamente abandonado pelos pais (Alfred e Julia) e criado por uma tia (Mary  Smith)  -  a tia "Mimi".  

Mother é um clássico que ouvi muitas vezes nos "bolachões" dos anos 70.  Naquela época, não sabia muito bem as razões de Lennon para escrever uma letra tão dura e dirigida aos próprios pais.

"Não existe a possibilidade de um Plano C. A escolha está feita e é Aritaguá"



Eva Chiavon


A decisão do governo da Bahia em transferir a construção do Porto Sul da região de Ponta da Tulha para o distrito de Aritaguá, a cinco quilômetros de distância do projeto inicial, pode não ser unanimidade entre os ambientalistas. Mas, segundo disse ao Jornal Bahia Online nesta terça-feira (26) a secretária estadual da Casa Civil, Eva Chiavon, com esta mudança o governo passou a contar com o apoio da "maioria dos ambientalistas".
De acordo com Chiavon, o apoio é resultado de um diálogo  de alto nível estabelecido. 

"A questão está resolvida sob o ponto de vista da área. Se tem uma parte de ambientalistas que quer fazer do nosso Porto Sul uma disputa político-ideológica, nós do governo não vamos entrar nessa. Poderá ter gente que não quer nem o porto. E esse cenário não está colocado para o governo da Bahia", afirmou.
A secretária descartou a possibilidade de uma nova mudança de área. "Não haverá em nenhuma hipótese o Plano C", garantiu ao Jornal Bahia Online. A nova área, segundo a secretária, está definida e é uma escolha sem volta. 
"Haverá um porto que vai cuidar, inclusive, dos aspectos que o tornarão ambientalmente sustentável", disse.
Para Eva Chiavon, os ambientalistas que hoje se posicionam contrários ao empreendimento em Ilhéus, 
“são pessoas que moram em São Paulo e em outras regiões do Brasil, pouco interessadas no desenvolvimento do sul da Bahia”.
 A secretária disse que a crítica, sem o conhecimento prévio do que pretende o governo com a mudança,
“não parece ser séria sem o devido debate”.
A representante do governador Jaques Wagner garantiu que o governo da Bahia está fazendo um esforço junto ao Ibama – órgão responsável pelo licenciamento – para pactuar prazos mais apertados até a liberação do licenciamento ambiental. 

“Queremos ganhar tempo e escala para que o projeto seja logo iniciado”, garantiu.

Eva Chiavon

Crédito: Ascom

domingo, 24 de abril de 2011

TÁ FALTANDO "MACHO" PRA FECUNDAR ESTA DÁDIVA CHAMADA SUL DA BAHIA?

Chico Buarque e Milton Nascimento, num belo dia de inspiração, compuseram "Cio da Terra". Mais a frente, tem um vídeo montado com essa música. Mas, tenha calma... não clique ainda nele!  Antes, quero que você leia um pequeno trecho de algumas bobagens que escrevi assim que retornei a esta nossa, riquíssima, Região Sul da Bahia.

Para justificar a escolha desse vídeo, fui lá, em "Meus documentos" e copiei isto, que escrevi em 2002:

                      LAMENTOS (2002)

"Pisando a terra fértil, eu tenho fome.
Estúpida contradição! Haverá outro nome?
Debaixo do pé de coco, eu tenho sede,
O tempo passa, a vida me consome.

Frutas, legumes, verduras do capixaba,
Aqui não dá, a terra fértil, rica, molhada.
No quarto escuro, engulo a sede e bebo a fome.
À beira da fonte, água me sufoca, terra me consome."

Já contei neste Blog que nasci por estas bandas, contudo, ainda muito jovem... um dia...

"Botei a viola no saco,
Coração despedaçado,
Olhos cheios de lágrimas,
Parti sem um abraço..." 

Mas, isso é parte de outros delírios meus.

Você deve estar tentando me lembrar que postei um vídeo e estou fazendo muitos rodeios...  Acalme-se!  Assistí-lo agora não tem graça... Se é que você ainda não o fez!

Eu preciso levá-lo até o Rio Grande do Norte.  Ainda que você nunca tenha ido lá, pelos estudos de Geografia a que foi submetido no ensino fundamental, deve ter uma leve noção de como é. 

Depois de mais de 30 anos no Sudeste e antes de voltar pra está fertilíssima região sul-bahiana, morei na cidade de Natal.  Minhas filhas foram estudar na UFRN e as acompanhei.  Fora dos momentos de estudos, essa "minha turma"  -  toda de cariocas da gema  -, só queria saber de duas coisas em Natal:  praias e forró pé-de-serra. Nos fins de semana, reviravámos todos os cantos de Natal e cidades vizinhas: Parnamirim (Praias de Pirangi e Búzios), São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Maracaju, Nísia Floresta, São Miguel do Gostoso, São José de Mipibu, Macaíba, Ceará Mirim, Touros e Tibau do Sul (Pipa).  Com o "saco cheio" de tanta praia, dunas, passeio de bugre, camelos e noitadas de forró, tomei uma decisão.  Cheguei um dia em casa, reuni  a turma e fui dizendo:  "Nesse final de semana não tem praia nem forró certo!  Nós vamos conhecer os 'cafundós' do Rio Grande do Norte!"  

E assim foi...  Saímos bem cedo. Pegamos a estrada na direção de Currais Novos e Caicó.  À medida que avançávamos sertão adentro, o verde da paisagem ia sendo substituído pelo cinza da vegetação seca.  Chegamos a comentar que teria sido uma paisagem como aquela  a inspiração para o Graciliano Ramos escrever "Vidas Secas".  Até podíamos "ver" o vaqueiro Fabiano, a Sinhá-Vitória, os meninos, quando esporádicamente avistávamos alguns "pés de gente". Até mesmo uma cadela magra e esfomeada, mas tratada como "gente" pelos donos, podia ser confundida com Baleia  -  a da história do Graciliano. 

Seguíamos caminho... O chão da estrada, embora de asfalto, era  muito irregular em determinados trechos, o que fazia da nossa  viagem-passeio um "cruzeiro de catinga". E não tínhamos pressa mesmo!  Ao longo de alguns quilômetros, atravessamos diversas pontes.  Nelas se liam placas com os nomes dos rios que  tinham por objetivo facilitar a transposição: "Ponte sobre o Rio Jacu I", "Ponte sobre o Rio Jacu II".  Desses dois "Rios" lembro-me muito bem!  Até porque não consegui vê-los!  Uma das meninas, olhando para baixo e não vendo água, tascou a pergunta:  "Pai, onde está o rio, que não vejo?"  -  "Filhona, em algum dia, algum mês, algum ano, alguma época... por baixo dessa ponte deve ter passado um rio, mesmo que tenha sido por pouco tempo.  Aí, resolveram construir essa ponte." Respondi, "cheio de conhecimento".   

Por muito tempo a paisagem foi essa:  uns poucos caboclos na beira da estrada, meninos jogando barro nos buracos em troca de algumas moedas, vegetação seca e muita poeira. De repente...  Caramba!  Não acreditávamos no que os nossos olhos estavam nos mostrando!  Estamos vendo miragens! Pensamos. Ao longe, tudo parecia verde...  Fomos nos aproximando...  Eram enormes fazendas verdinhas naquele fim de mundo seco.  Tão seco que nem o diabo devia passar por lá, imaginávamos.  Paramos para conhecer.  Eram cultivos de frutas irrigadas.  Côco, caju, melancia, melão...  Melão do tipo conhecido lá como "japonês"... o mais doce que já experimentamos.  Fomos informados que a irrigação era feita com águas dos açudes e não se podia desperdiçar nem uma gotinha.  Por isso mesmo o sistema utilizado era denominado "gotejamento". A água chegava até a raiz de cada planta por uma mangueira e nesse ponto tinha um furo que ficava gotejando ininterruptamente. Dali em diante, os trechos de estrada eram alternados entre belíssimos "oásis de frutas" (esse nome fomos nós que demos) e lugares secos e muito tristes, que lembravam o vaqueiro Fabiano e sua família, incluindo Baleia.  
Bem... a narrativa dessa viagem-passeio no semi-árido potiguar só interessa até aqui. 

Tento explicar:

Quando deixei Natal (passei apenas um ano lá) e vim para esta região Sul da Bahia eu não entendi nada!  Como era possível termos tantas terras férteis, um regime privilegiado de chuvas e comermos verduras e legumes plantados no Espírito Santo?  Esse era (e ainda é) o meu maior questionamento.  Hoje, já sei a resposta, mas não devo falar sobre isso agora pra não alongar mais essa prosa.

Vou finalizar chamando sua atenção para o trecho da prosa "LAMENTOS", acima transcrito, e (se você ainda não assistiu) para o vídeo abaixo. 



Agora, tente entender porque Euclides da Cunha criou o bordão "O sertanejo é, antes de tudo, um forte", provavelmente inspirado na vida dos moradores de Canudos e adjacências. Compare esse sertanejo de Euclides com os potiguares que cultivam as terras secas do Rio Grande do Norte. Depois, tente entender o "porquê" de ainda não tirarmos o máximo proveito de nossas terras, mesmo em condições muito mais favoráveis que as dos sertanejos citados, o que nos obriga a transferir nossas divisas para um Estado vizinho e a deixar de gerar renda aqui mesmo.

sábado, 23 de abril de 2011

INIMIGO COISA NENHUMA!



Alguém precisa lembrar a esse cara (ops!) que a ditadura carlista acabou! 

Além disso, ele é um "empijamado", como eu... Não manda nem comanda mais p... nenhuma!

É um mero deputado que assumiu um "contrato" para servir ao povo e vem prestando um desserviço. 

Só devemos nos incomodar e enfrentar inimigos que tenham poder... Esse não tem nenhum!



A CAUSA É NOBRE



Jaques Wagner vende barba para Gillete

O governador Jaques Wagner (PT) é a nova estrela da Gillete. Depois de Bell Marques, vocalista do Chiclete com Banana agora é o governador que vai  vender a barba para a marca conforme matéria publicada no site do jornal Folha de São Paulo.
Segundo a publicação, o político vai fazer uma doação de R$ 500 mil, como pessoa física, para um projeto beneficente de educação do Instituto Ayrton Senna, comandado pela empresária Viviane Senna.
"Vou vender minha barba para a Gillette, mas esse dinheiro tem que ser investido aqui na Bahia", disse o Governador ao site. Ele mantém o visual barbudo há mais de 30 anos.

Fonte:  www.teiadenoticias.com.br

CAÇAS SUECOS GRIPEN - COGITADOS PARA A NOSSA FAB - ENTRAM EM AÇÃO NA LÍBIA


Deu no Cavok: Primeiros caças Gripen partem da Suécia para participar da operação na Líbia

 
Um caça Gripen do Esquadrão F17 parte da Base Aérea de Blekinge, na manhã desse sábado, rumo a Itália, para participar da missão sobre a Líbia. (Foto: Patric Söderström/Scanpix)
Três caças JAS39 Gripen, da Força Aérea da Suécia, partiram esta manhã da Base Aérea de Blekinge, no sul da Suécia, por volta das 5 horas da manhã (horário de Brasília), para a base na Sardenha, Itália, de onde vão participar da operação da OTAN relativa a zona de exclusão aérea na Líbia.
As três primeiras aeronaves estão “praticamente prontas” para entrarem em operação assim que chegarem na Itália. Outros cinco caças Gripen devem partir no domingo.
Além das oito aeronaves de caça Gripen, a Suécia também mandou uma aeronave de transporte C-130 Hercules e uma aeronave AEW Saab 340.
Segundo informações do governo sueco, as aeronaves Gripen não vão participar de ataques contra as forças militares do líder líbio Kadhafi, mas poderão abrir fogo caso forem atacadas.

Fonte: Cavok